27 de jun. de 2011

Computer gamer Digital Storm

Se você é gamer fanático, mas não pensa em montar uma supermáquina peça por peça, conheça a linha ODE, da Digital Storm. São quatro máquinas já montadas, otimizadas e potentes para os gamers mais hardcore.

A linha conta com quatro configurações. A mais “poderosa” tem processador Intel i7 2600K de 3.4 GHz (que pode chegar a 5 GHz em overclock) com resfriamento líquido. Se uma placa de vídeo NVIDIA GTX 570 é boa, o que dizer das duas que a configuração máxima do ODE proporciona? O toque final é dado por dois discos rígidos, um SSD de 120 GB e um HDD de 1 TB.

Essa configuração sai por US$ 2499 nos Estados Unidos, enquanto o modelo mais modesto sai por US$ 1499. “Criamos uma máquina que oferece a performance que gamers querem sem os falir”, afirmou Rajeev Kuruppu, Diretor de Desenvolvimento de Produtos da Digital Storm, obviamente se referindo à realidade do mercado norte-americano.

Confira as quatro configurações da linha ODE:

Digital Storm ODE “Ultimate”

  • Processador Intel Core i7 2600K de 3.4 GHz (chega a 5 GHz em overclock);
  • Placa-mãe ASUS Maximus IV Extreme;
  • Chipset Intel P67;
  • 8 GB de memória RAM DDR3 de 1.6 GHz Corsair XMS3;
  • 1 SSD de 120 GB Intel;
  • 1 HD de 1 TB Hitachi/Seagate de 7200 RPM;
  • Leitor de Blu-ray;
  • Duas NVIDIA GeForce GTX 570 de 1.2 GB com SLI.

Digital Storm ODE “Best”

  • Processador Intel Core i7 2600K de 3.4 GHz (chega a 5 GHz em overclock);
  • Placa-mãe ASUS Sabertooth P67;
  • Chipset Intel P67;
  • 8 GB de memória RAM DDR3 de 1.6 GHz Corsair XMS3;
  • 1 SSD de 120 GB Intel;
  • 1 HD de 1 TB Hitachi/Seagate de 7200 RPM;
  • Leitor de Blu-ray;
  • Duas NVIDIA GeForce GTX 570 de 1.2 GB com SLI.

Digital Storm ODE “Better”

  • Processador Intel Core i7 2600K de 3.4 GHz (chega a 5 GHz em overclock);
  • Placa-mãe ASUS Maximus IV Extreme;
  • Chipset Intel P67;
  • 8 GB de memória RAM DDR3 de 1.6 GHz Corsair XMS3;
  • 1 SSD de 80 GB Intel;
  • 1 HD de 1 TB Hitachi/Seagate de 7200 RPM;
  • Leitor de Blu-ray;
  • Duas NVIDIA GeForce GTX 560 de 1 GB com SLI.

Digital Storm ODE “Good”

  • Processador Intel Core i7 2600K de 3.4 GHz (chega a 5 GHz em overclock);
  • Placa-mãe ASUS P8P67 Pro;
  • Chipset Intel P67;
  • 8 GB de memória RAM DDR3 de 1.6 GHz Corsair XMS3;
  • 1 HD de 1 TB Hitachi/Seagate de 7200 RPM;
  • Leitor de Blu-ray;
  • Uma NVIDIA GeForce GTX 560 de 1 GB.




FragBox o desktop potente e portátil


Ele não é exatamente um netbook, nem mesmo um notebook, mas o FragBox pode facilitar sua vida de gamer ao trazer uma CPU mais compacta e simples de carregar, sem perder nenhuma característica importante do hardware.

Com cerca de 25 quilogramas distribuídos em quase 40 centímetros de comprimento e 20 de altura, o equipamento da Falcon Northwest parece uma grande caixa de sapatos. A vantagem é possuir uma alça na parte superior da caixa, para que você possa levar seu computador para qualquer lugar de forma mais simples, se comparado a gabinetes normais.

Confira a seguir as especificações técnicas da FragBox:

  • Processador Intel Core i7 900 Series com chipset Intel X58; ou
  • Processador Intel 2nd Gen Core com chipset Intel P67;
  • Placas gráficas NVIDIA SLI e AMD/ATI CrossfireX;
  • Memória de 25 GB DDR3 para chipset X58 e 16 GB DDR3 para chipset P67;
  • Capacidade para dois HDs internos;
  • Capacidade para quatros memórias SSD.

Além de contar com a personalização de hardware com preços que podem variar de 1,7 mil a 5,6 mil dólares, a FragBox também permite a você escolher a pintura que mais lhe agrada, em uma galeria recheada de opções. A pintura, entretanto, possui um valor à parte.


3 de jun. de 2011

Quer explicar a Internet para algum leigo, tente usar este livro

Livro eletrônico do Google ensina termos como navegador, malware, phishing, IP, cookies e mais em linguagem acessível.

Leia mais....
E confira:
http://www.20thingsilearned.com/pt-BR/home

iPiccy

Você não precisa mais se incomodar instalando outra ferramenta para edição de imagens em seu computador. Conheça o iPiccy, um editor de fotos totalmente online, recheado de ferramentas e que não exige nem um byte do seu disco rígido.

Além de não ocupar espaço, o programa também pode ser chamado de portátil, uma vez que basta contar com acesso à internet para utilizá-lo em qualquer lugar. Incrementar as suas fotos vai ficar ainda mais fácil.


24 de abr. de 2011

6 razões para carregar um Live CD do Ubuntu sempre na bolsa





Fonte: www.tecmundo.com.br/4693-6-razoes-para-carregar-um-Live-CD-do-Ubuntu-sempre-na-bolsa.htm


Você é usuário de Windows e pensa que o Ubuntu nunca poderá ser útil? Pois está enganado. Descubra agora seis razões para sempre ter um por perto um CD com a distribuição Linux mais popular do mundo.

Muitas pessoas têm arrepios ao ouvir falar em palavras como Linux e Ubuntu. A maioria delas, provavelmente, nunca viu mais do que um artigo na Wikipédia sobre ambos e afirma que sistemas operacionais (SO) que não são o Windows não prestam para nada.

Pois esse é um ledo engano cometido por muita gente. Mas, tudo bem, é perdoável, visto que o monopólio do SO da Microsoft já dura vários anos e muitos usuários não tem disposição ou tempo (ou os dois) para se aventurar em um novo sistema.

Para desmistificar de vez a suposta inutilidade do Linux – e mais especificamente do Ubuntu – para usuários contumazes do Windows, aqui vai uma série de razões para que você tenha um Live CD do Ubuntu sempre por perto para casos de emergência.

Mas que raios é um Live CD?

Live CD é um disco que contém um sistema operacional que pode ser usado sem instalação, ou seja, basta dar o “boot” no sistema a partir do disco, inicializando o computador com ele inserido no drive. Isso permite ao usuário testar (ou mesmo realizar ações específicas com) um SO novo, sem instalar absolutamente nada no computador.

Várias distribuições de Linux funcionam desse modo: você faz o download de uma imagem ISO e grava o arquivo no disco. Isso significa que é possível existir Live CD, Live DVD e até mesmo Live USB (com a ajuda de programas como o Fedora Live USB Creator ou o UNetBootIN), este último para usar SOs a partir de um pendrive.

Rode o Ubuntu sem instalar nada

Os seguintes artigos podem ser interessantes e complementares com esse assunto:

• Como gravar uma imagem ISO em um disco
• Tira-Dúvidas: como rodar Linux direto do CD

E ele pode ser útil para...

1 - Recuperar dados de um disco com Windows

Quando você liga o computador e nada acontece no momento em que o Windows deveria ser carregado, bate um certo desespero. É bastante comum ouvir reclamações de travas inexplicáveis ou então devidas a algum erro, o que impede que você acesse seus documentos e exige uma formatação.

Nessa hora de apuro, um Live CD do Ubuntu pode ser muito útil. Isso porque ele permite que você acesse todos os discos e partições existentes no computador e, a partir disso, recuperar dados de um disco inacessível com o Windows.

Acesse os arquivos do disco diretamente do Live CD do Ubuntu

Você encontra suas pastas do Windows e pode fazer backup de tudo que for necessário, enviando arquivos para a internet ou então copiando tudo para um dispositivo USB. Depois disso já pode reparar ou reinstalar o sistema operacional da Microsoft sem medo de perder algum dado.

Siga o caminho Locais > Computador, encontre o disco danificado/inacessível e copie os dados para um local seguro.

2 - Acessar locais inacessíveis

Se por algum motivo você moveu arquivos e pastas por engano dentro do Windows e, sem mais nem menos, elas se tornaram inacessíveis, acalme-se, o Live CD do Ubuntu pode resolver isso tranquilamente. Para situar o usuário, vai aqui um exemplo da situação citada acima: você tentou abrir um disco ou pasta e recebeu uma mensagem dizendo algo como “local inacessível, verifique se o disco não está cheio ou protegido contra gravação”.

Se o conteúdo da pasta ou disco é importante e você não pode perdê-lo em uma formatação, dê o boot no sistema com o Live CD e, via Ubuntu, mova a pasta para seu local de origem ou então copie o conteúdo para um novo local.

3 - Obtenha informações sobre discos rígidos

Se o Windows não inicia, muitos podem ser os problemas. Para começar eliminando algumas possibilidades, é possível utilizar o Live CD do Ubuntu e descobrir se há algum dano físico em um disco rígido presente no computador. Acesse essa opção em Sistema > Administração > Utilitário de unidades.

Obtenha informações sobre discos rígidos

4 - Remova vírus de um pendrive

Às vezes somente passar o antivírus no pendrive não é o suficiente para livrar o dispositivo da ação dessas ameaças. A solução às vezes é a formatação do equipamento, o que leva você a apagar não somente as pragas que infestaram o pendrive, mas também todo o conteúdo ali presente.

Se você não quer passar por tudo isso, basta usar o Ubuntu a partir do disco, acessar o pendrive e remover todos os arquivos desconhecidos que estejam lá. A maioria dos vírus é desenvolvida para Windows e possui certas propriedades que impedem os arquivos de serem exibidos pelo sistema.

Mas, felizmente, isso não funciona com o Ubuntu e lá você pode ver tudo que há no dispositivo. Utilize o atalho Ctrl + H para exibir conteúdos ocultos e garantir que tudo aquilo que não deve estar no seu pendrive seja removido, deixando-o limpo e funcional outra vez.

5 - Verifique o uso do espaço de um disco

Aproveitando que você já está analisando informações sobre seu disco, saiba que pelo Live CD do Ubuntu também é possível obter informações sobre o espaço ocupado no disco rígido. Acesse Aplicativos > Acessórios > Analisador do uso do disco e verifique graficamente estas informações.

Analise o espaço utilizado em disco

Lá, selecione o disco a ser analisado em Analisador > Varrer pasta e aguarde até que toda a análise seja feita e os resultados sejam exibidos em tela. Assim é possível saber quais pastas ocupam mais espaço no HD e verificar também se há algo de errado com isso.

6 - Editar partições

Se você quer alocar algum espaço não utilizado no disco rígido, criar ou redimensionar partições, dê o boot no Live CD e acesse a opção Sistema > Administração > GParted. O Live CD do Ubuntu é equipado com um programa (oGparted) e por meio dele você executa várias tarefas relacionadas ao gerenciamento de partições.

Estão aí algumas dicas simples, porém, muito úteis. É claro que os usuários de Ubuntu e adeptos do software livre saberão de muitas outras vantagens e utilidades para esta distribuição de Linux, porém, para quem usa o Windows, ter o Ubuntu por perto é um bom socorro.

Além disso, pode ser também uma boa forma de ter um primeiro contato com o sistema operacional livre e derrubar de vez o mito de que Linux é difícil de usar. Até a próxima.




15 de abr. de 2011

Lançado o Epidemic Linux nova versão 3.2


Qua, 13 de Abril de 2011 00:00

A Equipe de Desenvolvimento do Epidemic tem o prazer de anunciar o lançamento do Epidemic GNU/Linux 3.2 (Codinome Mutant Storm).

epidemic-3.2-compiz1.png epidemic-3.2-compiz2.png

O Epidemic GNU/Linux é uma distribuição linux brasileira, desenvolvida de forma comunitária, cujo principal objetivo é o de levar o Software Livre ao conhecimento do maior número de pessoas possível. O Epidemic é baseado no Debian Testing que, atualmente é o Wheeze. O Epidemic 3.2, além da correção dos bugs reportados nas versões de desenvolvimento anteriores, do polimento geral do sistema e da atualização dos pacotes, traz também as seguintes novidades:

1 - Desenvolvimento do eMorph

O eMorph é uma nova aplicação projetada pela Equipe de Desenvolvimento do Epidemic para funcionar como uma segunda etapa no seu processo instalação. Ele permite aos usuários instalar ou remover conjuntos selecionados de programas, estendendo ou reduzindo as funcionalidades do sistema com apenas alguns cliques no mouse.

emorph.png

2 - Desenvolvimento do eUpgrade

O eUpgrade é uma nova aplicação que esta sendo desenvolvida pela Equipe do Epidemic como uma alternativa para a atualização do sistema. Ele facilita a vida dos novos usuários que não precisam recorrer ao modo texto e a execução de vários comandos para ter seu sistema atualizado. Além disso o eUpgrade será utilizado para a transição de uma versão do Epidemic para outra, sem a necessidade de baixar e instalar uma nova ISO, tornando o Epidemic uma distribuição rolling release.

eupgrade.png

3- Nova opção para o ePendrive.

O ePendrive é uma aplicação desenvolvida pela Equipe do Epidemic que permite ao usuário escolher se deseja que as alterações feitas durante cada sessão do Epidemic, rodando a partir de um livePendrive, sejam salavas ou não. Com este recurso é possível prersonalizar, de forma muito fácil um livePendrive do Epidemic, mudando os temas ou até mesmo instalando ou removendo progrmas. No Epidemic 3.2, além das já conhecidas opções de Salvar ou Descartar, foi acrescentada ao módulo de controle do ePendrive no Systemsettings a opção Perguntar. Ativando esta opção, o Epidemic passa a perguntar em cada reinicialização ou desligamento do sistema se o usuário quer salvar as alterações feitas durante sua utilização.

ependrive.png

ependrive-ask.png

ependrive-progress.png


4 - Melhoria no eInstaller

O eInstaller é um instalador extremamente rápido e fácil de usar, desenvolvido pela Equipe do Epidemic, em C++, com a utilização da biblioteca QT e da própria API do KDE. Ele foi projetado pensando nos novos usuários linux. Tudo o que é preciso fazer para instalar o Epidemic com o eInstaller é selecionar uma partição para o sistema no vidualizador de partições, digitar as senhas do administrador e do usuário default e clicar em instalar. No Epidemic 3.2 foram feitas diversas melhorias no eInstaller que ganhou também um novo layout para as páginas de informação que passaram a ser escritas em xhtml.

easychannel.png
5 - Melhoria no eAsy Channel

O eAsyChannel é o instalador de pacotes especiais (complexos, restritos, fontes) do Epidemic. Projetado para ser graficamente bem estruturado e ao mesmo tempo flexível, ele foi desenvolvido em C++, sob a forma de um módulo do SystemSettings, o centro de Controle Unificado do KDE e do Epidemic. Ele utiliza os conceitos de um Script Runner, para permitir que novas tarefas sejam acrescentadas à sua interface, por meio de um simples script bash. No Epidemic 3.2 o eAsyChannel ganhou novas tarefas desenvolvidas por Tiago Esteves Vieira, além de um novo layout para as páginas de informação que passaram a ser escritas em xhtml.

easychannel.png

6 - Melhoria no eCommunity

O eCommunity é um programa desenvolvido pela Equipe do Epidemic com o único objetivo de dar os devidos créditos a quem, de qualquer forma, contribui com o projeto, fortalecendo, dessa forma, os laços comunitários. No Epidemic 3.2, o eCommunity, além de ter sua interface redesenhada, ganhou um sistema de ranking baseado nas colaborações realizadas pelos membros da comunidade.

ecommunity.png

7 - Melhoria no suporte às placas de vídeo da Nvidia e ATI

Com o aperfeiçoamento do sistema de detecção e configuração automática dos drivers proprietários da Nvidia e ATI, algumas placas de video que não eram detectadas corretamente, em versões anteriores do Epidemic, passaram a ser configuradas automaticamente durante a inicialização do liveDVD, sem a necessidade de nenhuma intervenção do usuário. Além disso, foi reinclúido no Epidemic 3.2 o driver legacy, 173.14.xx, da Nvidia, que dá suporte às placas da série GeForce 5 FX ainda muito utilizadas no Brasil.

8 - LXDE como opção de ambiente desktop

O KDE continua sendo o ambiente desktop padrão do Epidemic, mas no Epidemic 3.2, foi incluído também o LXDE como uma opção de ambiente desktop mais leve e como uma forma de facilitar a manutenção do sistema no caso de uma quebra no KDE.


9 – Suporte ao Espanhol

Graças ao trabalho de Miguel Angel Posada Machado, o Epidemic, que já havia sido traduzido para o inglês por Otto R. Heredia de Sá, foi traduzido também para o espanhol, passando a oferecer suporte nativo a três idiomas (português, inglês e espanhol), que podem ser escolhidos na tela de inicialização do LiveDVD.


10 - Novo tema integrado para o GRUB, Plymouth, KDM e Ksplash

Objetivando criar uma aparência mais harmonioza para o Epidemic, foi desenvolvido um novo tema integrado para o GRUB, Plymouth, KDM e Ksplash.

grub.png plymouth
ksplash.png
wallpaper.png

11 - Novo Kernel

O Epidemic 3.2 traz o Kernel 2.6.34-epidemic-686, baseado no kernel do Zen, otimizado para a arquitetura i686, com suporte aos drivers 3d da nvidia e ati, além de várias melhorias para maximizar a performance em desktops.

Faça o download do Epidemic GNU/Linux 3.2 clicando no ícone abaixo e confira você mesmo todas as novidades desta versão do Epidemic.

download.pngDownload

epidemic-3.2-1-i686.iso - 1 GB

MD5SUM: 6906337a98e263f0e64fbdd8f9112675


20 de mar. de 2011

Meu jogo preferido

Left 4 Dead 2

Veja na minha página de games uma análise do jogo e também o site que mais deu certo para mim com todos os updates e patches como o the passing, the sacrifice, I hate mountains...etc ! confira !
http://info-toolkit.blogspot.com/p/games-interessantes.html

17 de jan. de 2011

UMPlayer 0.9





17/1/2011 Gratuito http://www.baixaki.com.br/img/v8/help.png
Tamanho: 147 KB
Player completo capaz de reproduzir conteúdos online e praticamente qualquer formato de vídeo e áudio.

O UMPlayer é um reprodutor de músicas e vídeos de código aberto que tem o objetivo de oferecer uma experiência multimídia completa. Tarefa esta que cumpre muito bem, já que, com ele, não só você pode abrir praticamente qualquer arquivo de seu computador, como tem acesso fácil a vídeos por streaming e rádios online.

Para garantir a compatibilidade com uma grande diversidade de formatos, o programa vem acompanhado de inúmeros codecs. Assim, além de garantir um uso mais confortável, dispensa o trabalho de baixar arquivos complementares. O resultado é a possibilidade de reproduzir conteúdos sem problemas a partir do momento em que o software é instalado.

Um de seus destaques fica por conta da interface bem organizada, que permite selecionar rapidamente o que se deseja. Como bônus, uma tradução completa para o português brasileiro garante que qualquer usuário seja capaz de navegar pelos menus sem nenhuma complicação.

Um player completo

Quem gosta de acessar conteúdo online não terá do que reclamar quanto às opções oferecidas pelo UMPlayer. Além de reproduzir vídeos diretamente do YouTube (infelizmente, sem a opção de baixá-los), o programa se conecta com mais de 270 rádios espalhadas pelo mundo através do serviço SHOUTcast.

Já quando se trata de conteúdos baixados, o UMPlayer também não decepciona. O destaque fica pela reprodução de vídeos, em que é possível configurar o download automático de legendas através do site Open Subtitles. Para tornar o processo ainda mais fácil, há a possibilidade de configurar linguagens preferenciais tanto para o áudio quanto para a legenda aplicada às reproduções.

Liberdade total de configuração

Além da compatibilidade com praticamente qualquer formato de áudio e vídeo, o ponto que mais se destaca no UMPlayer é a quantidade de opções disponíveis. Através do painel de configurações, o usuário pode ajustar totalmente a forma com que ele se comporta – o resultado é um software que se adapta a cada pessoa, sem obrigá-la a seguir aquilo que foi determinado pelo desenvolvedor.


Faça o download:

http://www.baixaki.com.br/download/umplayer.htm


10 de jan. de 2011

Salários

Cargo min. - max.
Admin. de rede 3.953 - 6.242
Analista de dados 3.200 - 6.000
Analista de Infra 4.200 - 6.500
Analista de processos 2.500 - 4.500
Analista de sistemas 4.761 - 7.620

Veja o piso e o teto salarial da sua e de outras profissões na Info:

http://info.abril.com.br/noticias/carreira/salarios/


Analise da Gforce GTX 470


Placa roda jogos mais pesados com alto nível de detalhe, mas possui preço muito alto


Por Yuri Gonzaga, de INFO Online
• 10 de janeiro de 2011

A GTX 470, de 1280 MB de memória, segue no topo da montanha de placas de vídeo NVIDIA, abaixo somente dos produtos da série 500, mal tirados do forno, e da GTX 480, com a qual compartilha o chip GF100. A aceleradora é baseada na vigente arquitetura Fermi e possui 1280 megabytes de memória GDDR5, cuja interface é de 320 bits. A versão que testamos,fabricada pela Galaxy, vem com overclock por padrão (assim como praticamente todas as outras versões disponíveis para venda): o processador roda a 625 MHz, ao invés dos 607 MHz originais. A GTX 470, num PC de boa configuração, é capaz de rodar qualquer jogo com alto nível de detalhe, inclusive os feitos para DirectX 11 e é encontrada por 1100 reais, em média aproximada.

A vida da GTX 470 não é fácil. Está sob os olhares de entusiastas dispostos a desembolsar uma bela quantia por uma placa e que, sem dúvidas, pesquisaram infinitamente antes de se decidir pela compra. Levando em consideração os valores, ela compete com a queridinha do custo benefício GTX 460, a topo-de-linha da família 400 (GTX 480), a GTX 465, e, obviamente, as placas AMD: HD 6850, HD 6870 e HD 5870. Também entram na lista de oponentes as GeForce mais novas, GTX 580 e GTX 570.

Quando do seu lançamento, no primeiro semestre do ano passado, a GTX 470 competia diretamente com a HD 5870, cuja versão duplicada passou por uma rápida análise em vídeo, de Cauã Taborda. Preferimos, nesta análise, comparar esta placa com sua principal concorrente vermelha na atualidade, a HD 6870, lançada em outubro de 2010.

Tanto a GTX 470 quanto a HD 6870 trabalham plenamente com DirectX 11 e possuem memória de tecnologia GDDR5. A GTX 470 bate a placa ATI em quantidade de RAM (são respectivos 1280 contra 1024 MB) e demanda menos energia: a GeForce requer fonte de 550 W, cinquenta watts a menos que a adversária. Apesar disso, a Radeon ganha em dois pontos importantes: clocks mais altos e preço 200 reais mais baixo, ou cerca de 19%. Ambas são alimentadas através de dois conectores de seis pinos e possuem dupla saída DVI, com direito a múltiplos monitores. Enquanto a ligação a uma TV pode ser realizada, pela HD 6870, através da porta HDMI, a GTX 470 pede um cabo com final mini-HDMI – por mais que as duas usem o padrão HDMI 1.4a.

A GTX 470 testada é cerca de um centímetro e meio menor que a placa de referência, construída pela Nvidia (é possível ver uma comparação no link). Para a fabricante Galaxy, isso faz com que a aceleradora seja viável para um maior número de usuários, donos de gabinetes com dimensões reduzidas, sem perder capacidade de refrigeração. Tal afirmação torna intrigante o mau arrefecimento que foi constatado nos testes (88 graus de temperatura máxima – seria a GTX 470 de referência ainda mais quente?). De qualquer maneira, as manufatureiras de placas GeForce (XFX, Asus, EVGA, etc) somente vendem produtos cuja capacidade de lidar com calor é alegadamente superior à da original.

A Galaxy fez uma placa bastante diferente, esteticamente. Sua ventoinha, que abre como uma porta para que seja feita uma limpeza periódica, acende um LED azul enquanto operante. Eu, particularmente, achei o visual ao estilo “Transformer” desta aceleradora muito feio, apesar de me agradarem suas cores. O acabamento também não é, digamos, de primeira.

Confira a matéria completa :

http://info.abril.com.br/reviews/hardware/placas-de-video/nvidia-gtx470.shtml