22 de mar. de 2010

Quais as diferenças entre os processadores Intel Core i3, i5 e i7?

Por Fabio Roberto Machado Jordão
Fonte: www.baixaki.com.br/info/3904-Quais-as-diferencas-entre-os-processadores-Intel-Core-i3-i5-e-i7-.htm

Quinta-Feira 18 de Março de 2010
A era dos múltiplos núcleos chegou para ficar e com ela surgiram muitas dúvidas. Conheça hoje os detalhes dos novos processadores da Intel.

A tecnologia avançada na área de hardware possibilita um avanço desenfreado nos processadores, o que faz o usuário ficar cada vez mais perdido em meio a tantas opções e novidades. Você certamente já deve ter ouvido falar ou até mesmo experimentado um computador dotado dos novos processadores da Intel, porém já sabe as diferenças entre os novos modelos da maior fabricante de CPUs?

A equipe do Baixaki decidiu criar um artigo especial para falar um pouco do muito que estes novos processadores têm a oferecer. Este artigo visa abordar de uma forma compreensível as especificações, capacidades e recomendações de uso sobre cada um. Obviamente, o artigo serve para qualquer usuário que esteja buscando conhecimento e informações gerais, mas também é voltado àqueles que pretendem adquirir um novo CPU.

Apresentando os novos processadores da Intel

Conheça o Intel Core i3

Como todos já devem saber, a Intel lançou três modelos de processadores diferentes. Cada um possui um foco, pois existem usuários com interesses distintos. O Intel Core i3 é a linha de CPUs voltada aos menos exigentes. Por pertencer à nova linha Core, o i3 traz dois núcleos de processamento, tecnologia Intel Hyper-Threading (que possibilita a realização de mais tarefas), memória cache de 4 MB compartilhada (nível L3), suporte para memória RAM DDR3 de até 1333 MHz e muito mais.

Intel Core i3Achou pouco? O Core i3 tem mais segredos na manga

Os CPUs da linha Core i3 parecem fracos, contudo eles vieram para substituir a antiga linha Core2Duo. Qualquer Core i3 vem equipado com um controlador de memória DDR interno (o que já ocorre há muito tempo nos processadores da AMD), um controlador de vídeo integrado — Intel HD Graphics que opera na frequência de 733 MHz — e o suporte para utilização de duplo canal para memória RAM (o que significa que as memórias trabalham aos pares).

Tecnologia Intel Hyper-Threading

Em uma época em que os processadores de múltiplos núcleos estão dominando, a Intel decidiu criar modelos que pudessem simular uma quantia ainda maior de núcleos. Se você for analisar que os CPUs da linha Core i3 possuem apenas dois núcleos, pode imaginar que eles não durem muito mais. Contudo, com a utilização da Intel Hyper-Threading, os processadores i3 “ganham” dois núcleos a mais.

Quem já possui um Intel Core i3 deve ter reparado que o Windows detecta quatro núcleos, contudo esse artifício da duplicação dos núcleos não significa muito. E quem pensou que o i3 realmente trabalharia como um processador de quatro núcleos se enganou completamente. Para perceber a diferença entre um processador de quatro núcleos e outro de dois, basta comparar os resultados em desempenho.

Por exemplo, se você colocar um Core i3 ao lado de um Intel QuadCore, não há dúvidas de que o QuadCore terá um desempenho muito maior (em qualquer atividade). Claro que isso não significa que a nova tecnologia não serve para nada, muito pelo contrário. A Intel Hyper-Threading é ideal para momentos em que você precisa efetuar várias atividades simultaneamente. Essa tecnologia serve para que um núcleo consiga realizar duas atividades ao mesmo tempo, daí o motivo pelo qual a tecnologia, supostamente, faz os núcleos dobrarem em quantidade.

O que o i3 consegue realizar?

Tudo o que você quiser. Este processador de dois núcleos mostra-se uma excelente opção para qualquer tipo de atividade. Obviamente ele não é o mais rápido no que faz, mas vai ser muito difícil você encontrar um programa ou jogo que não seja executado com um Intel Core i3.

Troque sua placa-mãe

O Core i3 chegou ao mercado de hardware faz muito pouco tempo, mas desde que apareceu complicou muito a situação para os usuários que gostariam de comprar um modelo da nova linha de processadores. Os modelos da linha Intel Core i3 utilizam um novo soquete (encaixe na placa mãe), fator que forçou as montadoras a criarem placas exclusivas para eles. Conhecido como socket LGA 1156, esse novo tipo de soquete será utilizado para os processadores Intel Core i3, i5 e pelos novos i7.

Novas placas-mãe, como esta ASUS P7P55D Deluxe, possuem o soquete  LGA 1156

Dois modelos disponíveis

A Intel optou por restringir a linha de processadores de baixo desempenho, por isso criou somente dois para a linha Intel Core i3. Abaixo você confere as diferenças entre eles e também visualiza uma lista com todas as tecnologias que ele dispõe para aumentar o desempenho do seu PC.


Modelo Frequência Núcleos Memória cache Tecnologia HT Tipo de memória Vídeo Soquete

i3-530

2,93 GHz 2 4 MB (nível L3) Sim (emula 4 núcleos) DDR3 (até 1333 MHz) Sim LGA 1156
i3-540 3,06 GHz 2 4 MB (nível L3) Sim (emula 4 núcleos) DDR3 (até 1333 MHz) Sim LGA 1156

Quero comprar um

Os processadores das linhas Intel Core são lançamentos, portanto quem deseja optar por uma dessas novidades deve preparar o bolso. Caso você tenha interesse em um Intel Core i3, o gasto não é tão absurdo, mas certamente o custo total do computador pode ser desencorajador. Em nossas pesquisas encontramos o Intel Core i3 530 com preço mínimo de R$ 315e o Core i3 540 pode ser adquirido por R$ 380.

O Intel Core i5 é o intermediário

Enquanto o i3 fica responsável por atender aos usuários menos exigentes, o Intel Core i5 é encarregado de suprir as necessidades do mercado de porte intermediário, ou seja, aqueles mais exigentes que realizam tarefas mais pesadas. Disponível em modelos de dois ou quatro núcleos, os CPUs da linha i5 possuem até 8 MB de memória cache (nível L3) compartilhada, também utilizam o soquete LGA1156, controlador de memória DDR integrado, tecnologia Intel Hyper-Threading, tecnologia Turbo Boost e muito mais.

Um  processador intermediário de alta velocidade

O que é e para que serve a tecnologia Turbo Boost?

A tecnologia Turbo Boost da Intel promete aumentar a velocidade do processador automaticamente. Segundo o site da Intel, esta tecnologia é inteligente e trabalha 100% do tempo verificando frequência, voltagem e temperatura do processador. Ao notar uma baixa em um dos valores-padrão utilizados pelo CPU, este novo recurso aumenta a frequência e consegue um desempenho muito maior em qualquer aplicação.

Imagine que a temperatura do processador está abaixo do esperado e você deseja aumentar a velocidade. Com a utilização da tecnologia Turbo Boost você não precisa se preocupar, porque o seu Intel Core i5 vai alterar a frequência ou a voltagem do CPU sem sua permissão e logo você verá um aumento significativo em desempenho. Falando especificamente dos modelos i5, há a possibilidade de um aumento de até 800 MHz na velocidade. Caso você tenha interesse no assunto, pode conferir o artigo que o Baixaki criou sobre o Intel Turbo Boost.

Detalhes dos modelos atuais do Core i5

Enquanto a linha i3 possui apenas dois processadores para atender aos usuários, a série Core i5 conta com seis modelos diferentes. Criamos uma tabela para você conferir as características técnicas de cada processador desta série, confira:


Modelo Frequência Núcleos Tecnologia Memória cache Tecnologia HT Vídeo Tipo de memória Turbo Boost Soquete
i5-650 3,2 GHz 2 32 nm 4 MB (nível L3) Sim (emula 4 núcleos) Sim DDR3 (até 1333 MHz) Sim (Até 3,46 GHz) LGA 1156
i5-660 3,33 GHz 2 32 nm 4 MB (nível L3) Sim (emula 4 núcleos) Sim DDR3 (até 1333 MHz) Sim (Até 3,6 GHz) LGA 1156
i5-661 3,33 GHz 2 32 nm 4 MB (nível L3) Sim (emula 4 núcleos) Sim DDR3 (até 1333 MHz) Sim (Até 3,6 GHz) LGA 1156
i5-670 3,56 GHz 2 32 nm 4 MB (nível L3) Sim (emula 4 núcleos) Sim DDR3 (até 1333 MHz) Sim (até 3,73 GHz) LGA 1156
i5-750 2,66 GHz 4 45 nm 8 MB (nível L3) Não Não DDR3 (até 1333 MHz) Sim (Até 3,2 GHz) LGA 1156
i5-750s 2,40 GHz 4 45 nm 8 MB (nível L3) Não Não DDR3 (até 1333 MHz) Sim (Até 3,2 GHz) LGA 1156

Quanto custa?

Se você já achou o Core i3 caro, então se prepare para o valor cobrado pelos processadores da linha i5. Os processadores mais fracos (Intel Core i5 650) da linha i5 têm preços iniciais em R$ 485 e os mais robustos (Intel Core i5 750) chegam a custar aproximadamente R$ 600.

Vale o investimento? Do que o Intel Core i5 é capaz?

Investir tanto num processador e numa placa-mãe pode ser um desperdício de dinheiro em alguns casos. Usuários que vão rodar games de última geração e aplicativos de edição de vídeo talvez nem precisem de um i5. Considerando-se que tais tarefas requisitam muito mais desempenho da placa de vídeo do que poder de processamento do CPU, o gasto pode ser desinteressante.

Claro que se você pode pagar por um Core i5, não há por(espaço)que não investir num processador desses, afinal, ele é capaz de rodar tudo o que você imaginar. Vale frisar que os CPUs desta série não são os mais velozes que existem, portanto sempre haverá um processador capaz de rodar as mesmas aplicações com um desempenho ainda maior.

O mais alto desempenho: Intel Core i7

A última palavra em tecnologia de processamento é o i7. A linha de processadores voltada ao público entusiasta e profissional traz muitos benefícios e especificações de cair o queixo. Todos os CPUs da série Core i7 possuem quatro núcleos (o i7-980X possui seis núcleos), memória cache L3 de 8 MB, controlador de memória integrado, tecnologia Intel Turbo Boost, tecnologia Intel Hyper-Threading, tecnologia Intel HD Boost e ainda o recurso Intel QPI.

Intel Core i7 - Sem limite de velocidade

Intel HD Boost? Para que serve?

Com o avanço constante dos processadores, os softwares foram forçados a evoluir. Existem softwares que trabalham com conjuntos de instruções específicas, as quais precisam estar presentes nos processadores para que o programa seja executado com a máxima performance. Os conjuntos de instruções principais são denominados como SSE, sendo que existem programas que utilizam instruções diferentes.

A linha de processadores Intel Core i7 trabalha com a tecnologia Intel HD Boost, a qual é responsável pela compatibilidade entre CPU e programas que usam os conjuntos de instruções SSE4. Tal característica possibilita um maior desempenho em aplicativos mais robustos que necessitam de um poder de processamento de alto nível.

Intel QPI

O recurso Intel QPI, ou QuickPath Interconnect (Interconexão de caminho rápido), serve para aumentar o desempenho do processador — óbvio, não é mesmo? Afinal, todas as tecnologias são criadas para isso —, contudo, esta trabalha de uma maneira bem diferente .

Ao invés de aumentar a frequência ou a tensão, o recurso Intel QPI aumenta a largura de banda (o que permite a transmissão de mais dados) e diminui as latências. Vale salientar que este recurso só está presente nos CPUs Intel Core i7 da série 900 e possibilita taxas de transferência de até 25.6 GB/s.

Conheça tudo sobre os modelos da linha Intel Core i7

Abaixo publicamos uma tabela com as características técnicas de todos os CPU da linha i7. Vale frisar que inserimos o novo i7-980X na tabela, pois, apesar de ele possuir mais núcleos e ter certas diferenças, ainda pertence à mesma série.


Modelo Frequência Núcleos Memória cache Tecnologia HT Tipo de memória Turbo Boost Soquete
i7-860 2,8 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1333 MHz) Até 3,46 GHz LGA 1156
i7-860s 2,53 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1333 MHz) Até 3,46 GHz LGA 1156
i7-870 2,93 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1333 MHz) Até 3,6 GHz LGA 1156
i7-920 2,66 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 2,93 GHz LGA 1366
i7-940 2,93 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 3,2 GHz LGA 1366
i7-950 3,06 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 3,32 GHz LGA 1366
i7-960 3,2 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 3,46 GHz LGA 1366
i7-965 3,2 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 3,46 GHz LGA 1366
i7-975 3,33 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 3,6 GHz LGA 1366
i7-980X 3,33 GHz 6 12 MB (nível L3) Sim (emula 12 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 3,6 GHz LGA 1366

Intel Core i7 - Um exagero de processador!Quero um i7 no meu computador!

Realizamos uma pesquisa para averiguar os preços dos processadores da linha Core i7, mas somente de saber o absurdo cobrado pela alta tecnologia qualquer um desanima. O modelo mais simples da série i7 (o i7-860) tem seu preço inicial em R$ 740, enquanto modelos mais robustos como o i7-940 são vendidos por aproximadamente R$ 1650.

É um exagero?

Adquirir um i7 só não é um exagero para quem realmente trabalha com programas que requisitam muito do processador. Jogadores e usuários que procuram um CPU robusto talvez nem devam pensar na hipótese de um i7, porque ele custa muito e não traz benefícios significativos.

A linha de processadores Intel Core i7 é, sem dúvida, a mais potente do momento, contudo um usuário que adquire tal processador está comprando um PC que não precisará de atualização por muito tempo. Como já citado, profissionais devem investir na compra de um i7, porque ele faz toda a diferença na hora de renderizar vídeos e economizar tempo com tarefas banais.




17 de mar. de 2010

Já me servia, na configuração máxima ... claro !!

Na mão: o novo Alienware com Core i7

por Leonardo Martins

Depois da invasão de seu irmão alienígena mais parrudo, um novo Dell Alienware está entre nós, mais especificamente no INFOLAB. Trata-se do M15x, uma versão menor da máquina extraterrestre. Mas essa diminuição não significa perda de força: ele conta com processador Intel Core i7.

Diferente do M17x, que aterrissou no INFOLAB com detalhes em vermelho, o M15x veio com iluminação azul. O acabamento continua impecável e os detalhes são interessantes, como o ET na parte externa da máquina e o logo para ligá-lo na parte interna. Na lateral, há saídas de ar para o corpo estranho de outro planeta não derreter no calor da Terra.

O teclado continua sendo um caso à parte no design dos notebooks da Alienware. Espaçoso e com ótimo relevo, a sensação é de estar escrevendo em um teclado normal. Só é sensível a ausência do numpad, mas isso já era esperado. A iluminação na parte interna, deixando o teclado levemente azul, dá o charme. O único problema externo do M15x é seu peso: para um notebook de 15,6 polegadas, 4 quilos é muita coisa.

Na hora da autópsia, a versão que está no INFOLAB causa inveja em muitos notebooks terráqueos. Além de contar com 4 GB de RAM no padrão DDR3 com barramento de 1.333 GHz, o modelo tem um atual e respeitoso processador Core i7 Q720, de 1,6 GHz. Completam o time os 250 GB de espaço interno e uma placa de vídeo NVIDIA GeForce GT 240M com 512 MB de memória dedicada. Na parte de conexões, são 2 USBs dedicadas, uma porta eSATA, que também aceita conectores USB, uma FireWire e uma saída HDMI.

Em uma brincadeira rápida rodando o jogo Far Cry 2, a imagem e a velocidade da máquina não decepcionaram. A tela tem resolução de 1 600 por 900 pixels, ou seja, não é full HD por pouco. Porém, o preço para ter essa máquina em casa será alto: nesta configuração ela custa 6 999 reais, ou 1 234 moedas marcianas. E em sua configuração máxima, com SSD, tela full HD e muito mais componentes agressivos, o modelo chega a custar 11 354 reais. É de arregalar os olhos do ET de Varginha.




Windows 7 em paz com o Linux

Por Eric Costa 16 de março de 2010
Windows 7 em paz com o Linux


Como recuperar o menu de boot do Ubuntu depois da instalação do Windows 7 em PCs com boot duplo

Para quem usa Linux e Windows, a instalação do novo sistema da Microsoft implica no sumiço do menu de boot. Para fazê-lo retornar, inicie o micro com o CD do Ubuntu no drive. Depois, escolha o item Testar o Ubuntu Sem Qualquer Mudança no Computador. Abra o terminal em Aplicativos > Acessórios > Terminal e tecle o su. Depois, digite o comando grub e, em seguida, find /boot/grub/stage1. Será mostrada a partição com o grub, com um texto como hd01. Rode, então, os comandos root (hd01) e setup (hd01).

>> Troque dicas e esclareça dúvidas sobre Ubuntu e Windows 7 no Fórum INFO.

http://info.abril.com.br/dicas/linux/ubuntu/windows-7-em-paz-com-o-linux.shtml


Avaliação completa do Security Essentials, o novo antivírus gratuito da Microsoft

Já não é mais novidade a preocupação que a Microsoft vem demonstrando no decorrer dos últimos anos com a segurança de dados. Após entrar no mercado com diversos programas do gênero, tais como o Windows Defender, Forefront Client Security e Windows Live OnCare (o qual foi descontinuado recentemente), a empresa mergulhou de vez no segmento, lançando dia 29 de setembro o antivírus Security Essentials (http://www.microsoft.com/Security_essentials).

Conhecido até bem pouco tempo pelo codinome “Morro”, o novo antivírus da Microsoft surgiu de forma badalada, cercado de muita curiosidade e forte expectativa. Além de ser disponibilizado gratuitamente, o Security Essentials despontou com a promessa de apresentar funcionalidade e leveza agregada a poucas interrupções durante sua execução.

Instalação

Durante a instalação do Security Essentials, o mesmo verifica a autenticidade do Windows, não sendo possível prosseguir caso seja detectado uma versão ilegal do sistema operacional. Fora essa exigência, o processo denota simplicidade, apresentando uma invejável e bem-vinda automatização. Caso o usuário já possua o anti-spyware Windows Defender instalado em seu computador, o mesmo é desabilitado, dando lugar à proteção oferecida pelo Security Essentials.

Logo após a conclusão do processo de instalação, o antivírus sugere uma imediata atualização de seu banco de dados. Outro ponto interessante é que a ferramenta não requisita a reinicialização do sistema operacional para usufruir de total funcionalidade.



Leia mais....clicando abaixo...
http://www.dinx.com.br/2009/10/avaliacao-completa-do-security-essentials-o-novo-antivirus-gratuito-da-microsoft/


21 de fev. de 2010

O que muda na nova USB 3.0

por AnonimusK, fonte Guiadohardware, data 20 Fev 12:29


O primeiro rascunho do USB 3.0 foi apresentado em 2007 pela Intel, que propôs o uso de um par de cabos de fibra óptica, complementando os dois pares de fios de cobre. O uso de fibra óptica elevaria a taxa de transferência para respeitáveis 5 gigabits, sem quebrar a compatibilidade com dispositivos antigos.
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O grande problema com o padrão da Intel era o custo, já que tanto os cabos quanto os dispositivos seriam muito mais caros. Ele também não fazia nada com relação à capacidade de fornecimento elétrico, mantendo os mesmos 2.5 watts por porta do USB 2.0, que são insuficientes para muitos dispositivos. Não é preciso dizer que ele foi bastante criticado e acabou sendo abandonado em 2008, dando lugar ao padrão definitivo.
O USB 3.0 oferece 4.8 gigabits de banda (10 vezes mais rápido que o 2.0 e apenas 4% menos que o padrão proposto pela Intel) utilizando fios de cobre. Os 4.8 gigabits do USB 3.0 são chamados de "Super-Speed", aumentando a confusão relacionada aos nomes dos padrões de sinalização USB. Com a adição temos agora 4 padrões e uma nomenclatura ainda mais confusa:

-Super-Speed: 4800 megabits (introduzido pelo USB 3.0)
-High-Speed: 480 megabits (introduzido pelo USB 2.0)
-Full-Speed: 12 megabits (USB 1.x operando na velocidade máxima)
-Low-Speed: 1.5 megabits (usado por dispositivos lentos, como teclados e mouses)

Para possibilitar um aumento tão dramático na velocidade de transmissão, foram adicionados dois novos pares de cabos para transmissão de dados (um para envio e outro para recepção) e um neutro, totalizando 5 novos pinos, que nos conectores tipo A são posicionados na parte interna do conector:
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Essa organização permitiu manter a compatibilidade com dispositivos antigos, já que os 4 pinos do USB 2.0 continuam presentes. Ao plugar um dispositivo antigo em um conector USB 3.0, apenas os 4 pinos de legado são usados e ele funciona normalmente. O inverso também funciona, desde que o dispositivo USB 3.0 seja capaz de trabalhar em modo de legado, dentro das limitações elétricas do USB 2.0.

Por outro lado, os conectores USB tipo B (os usados por impressoras) e micro-USB (adotados como padrão para os smartphones) oferecem uma compatibilidade de mão-única, onde você pode plugar um dispositivo USB 2.0 em uma porta 3.0, mas não o contrário, devido ao formato dos conectores. O tipo B ganhou um "calombo" com os 5 pinos adicionais e o USB micro ganhou uma seção adicional:

Além dos novos conectores, outra novidade foi o aumento no fornecimento elétrico das portas, que saltou de 500 mA (2.5 watts) para 900 mA (4.5 watts), o que permite que as portas USB desam usadas para alimentar uma variedade ainda maior de dispositivos.

É possível por exemplo criar gavetas para HDs de 2.5" alimentadas por uma única porta USB, sem falar de gavetas para HDs regulares de 3.5" alimentadas por três ou até mesmo duas portas USB 3.0, já que muitos HDs "verdes" de 5.400 RPM trabalham tranquilamente abaixo dos 10 watts. Você pode contar também com toda uma nova safra de ventiladores, LEDs e bugigangas diversas tirando proveito da energia adicional.
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Para reduzir o consumo elétrico dos controladores, o padrão inclui também um novo sistema de interrupções, que substitui o sistema de enumeração usado no USB 2.0. Em resumo, em vez de o controlador manter a porta ativa, constantemente perguntando se o dispositivo tem algo a transmitir, o host passa a manter o canal desativado até que o dispositivo envie um sinal de interrupção.

Além de oferecer uma pequena redução no consumo do host (suficiente para representar um pequeno ganho de autonomia no caso dos netbooks) o novo sistema reduz o consumo nos dispositivos plugados, evitando que a bateria da câmera se esgote por que você a esqueceu plugada na porta USB, por exemplo.
Para diferenciar os conectores, foi adotada a cor azul como padrão tanto para os cabos quanto para a parte interna dos conectores. Naturalmente, os fabricantes não são necessariamente obrigados a usarem o azul em todos os produtos, mas ao ver um conector azul, você pode ter certeza de que se trata de um 3.0.
Os primeiros dispositivos começaram a chegar ao mercado no final de 2009, mas não espere que eles se tornem comuns antes de 2011 ou 2012. Inicialmente, os lançamentos se concentrarão em HDs e SSDs externos (que são severamente limitados pelo USB 2.0), mas eventualmente ele chegará a outros dispositivos, substituindo o 2.0 gradualmente.
Apesar disso, ainda demorará alguns anos até que o USB 3.0 substitua o padrão anterior completamente, já que os controladores USB 2.0 são muito mais simples e baratos, e o desempenho é mais do que suficiente para muitas aplicações. Não faria sentido lançar um mouse ou um adaptador bluetooth USB 3.0, por exemplo, a não ser que fosse por simples hype.
Existem também várias complicações técnicas em equipar uma placa-mãe com um grande número de portas USB 3.0. Os controladores são caros e cada par de portas precisa ser conectado a um par de linhas PCI Express 2.0 (ou quatro linhas PCIe 1.x) para que o desempenho não seja penalizado.

Considerando que muitos chipsets possuem apenas 20 ou 24 linhas PCI Express, é perfeitamente compreensível que a primeira geração de placas tenham apenas duas portas USB 3.0 (em azul), complementadas por mais 6 ou 10 portas USB 2.0:

Isso deve mudar a partir do momento em que a Intel, nVidia e AMD passarem a produzir chipsets com um número maior de portas integradas, mas isso deve acontecer apenas em 2011. A Intel é a mais avançada, graças ao trabalho no padrão xHCI (sucessor do EHCI e OHCI, usados no USB 2.0). Embora ele seja um padrão aberto de controladores, a Intel realizou a maior parte do desenvolvimento e por isso acabou desenvolvendo uma dianteira em relação aos outros fabricantes, liberando o projeto do controlador apenas depois que ele já estava concluído.

Assim como aconteceu na época do USB original, temos também uma grande oferta de placas adaptadoras, conectadas através de um slot PCI-Express x1 ou (mais raramente) de um slot x4. Elas incluem um único controlador e duas portas USB 3.0 e são usadas sobretudo por gavetas para HDs externos, que são a classe de dispositivos que mais se beneficia da maior velocidade:
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Com relação aos drivers, temos suporte no Linux a partir do kernel 2.6.31. A versão inicial do Windows 7 ainda não inclui drivers, mas eles devem ser adicionados através de uma atualização posterior, que deve se estender ao Vista. A dúvida fica por conta do Windows XP e anteriores, dos quais a Microsoft quer se livrar o mais rápido possível.



19 de fev. de 2010

Como funciona uma impressora a laser ?


Depois das impressoras matriciais e jato de tinta, chegou o momento de a tecnologia laser dominar o mundo dos documentos impressos. Saiba como funcionam estas impressoras.
Assim como tudo no ramo da tecnologia evolui com muita rapidez, as impressoras não são diferentes. As mais antigas funcionavam, basicamente, com a utilização de tintas, de modo que o aparelho possuía cartuchos preto e colorido e equilibrava as cores conforme o necessário. Entretanto, com o decorrer do tempo surgiram novas impressoras e, obviamente, quem ficou muito confuso foi o consumidor.
A aparição das primeiras impressoras a laser foi há algum tempo. Com preços exorbitantes e promessas de uma rapidez fantástica, as impressoras que utilizavam laser deveriam ser os novos produtos para impressão. O tempo passou e as impressoras a laser não dominaram o mercado, aliás, elas tiveram de dividi-lo com as de jato de tinta. Hoje vamos mostrar um pouco sobre o funcionamento das impressoras a laser e o como elas conseguem ser tão rápidas.

Um longo processo dependente da energia eletrostática

O processo de impressão começa antes mesmo de o papel ser puxado para dentro da impressora. Antes de fazer qualquer coisa, a impressora carrega a imagem em sua memória e processa as partes que necessitam de cor e as que serão deixadas em branco. Internamente, a impressora carrega (através de um dispositivo chamado de “fio de corona”) um cilindro fotorreceptor com carga (energia eletrostática) positiva. Detalhe: algumas impressoras trabalham com carga negativa no cilindro.

Logo em seguida o laser da impressora começa a atuar — isso sem sequer ter puxado o papel. O laser irá descarregar certas partes do cilindro, para que a figura, ou texto, que será impresso fique desenhado no cilindro. Até o momento não temos nada de tinta, apenas uma imagem eletrostática.



Agora o toner começa a atuar, jogando uma pequena película de pó sobre o cilindro. Este pó está positivamente carregado, por isso ele será aderido nas partes em que o laser retirou energia eletrostática, mas não irá grudar nas partes carregadas positivamente (a velha lei da elétrica que diz que cargas opostas se atraem). Aqui já temos uma imagem com tinta, porém esta tinta ainda não está no papel, o qual ainda nem saiu da bandeja.

Neste momento a impressora puxa o papel, que irá passar por baixo do cilindro. Contudo, antes disso, o papel passa por um dispositivo que o carrega negativamente (este procedimento é necessário para que a tinta seja atraída para o papel). Aí o cilindro começa a rolar sobre o papel e passar o pó (tinta do toner) para o papel. Vale frisar que a esteira (onde o papel está passando) e o cilindro possuem a mesma velocidade, fator que permite que a imagem seja impressa com perfeição.


Enquanto o papel está recebendo tinta, o cilindro está sendo descarregado (a energia é retirada em fração de segundo), para que ele não atraia o papel posteriormente. Agora o papel continua rolando pela esteira até chegar ao fusor.


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Como funciona uma impressora a laser?